domingo, 28 de fevereiro de 2021

Criança morre em hospital após receber superdose de anestesia; médico é afastado


O médico Samir Mamede foi afastado do Hospital Regional Doutor Hamilton Cidade, em Manicoré (AM), após ter aplicado uma superdosagem de anestesia no garoto Saimon Gabriel Freitas Neri, de 6 anos, que morreu durante a internação.

A prefeitura da cidade, que fica a 332 km de Manaus, abriu investigação para apurar a morte. A mãe do menino, Sandy Freitas Pantoja, avaliou positivamente o afastamento do médico, mas com ressalvas. Ela e o pai do menino, Jailson Meireles, prestaram depoimento na última quinta e acusaram o profissional de negligência médica.

“Ele foi afastado do hospital e isso é um começo. Mas ainda pode exercer a profissão. Com quantas famílias mais esse homem vai acabar?”, questionou a mãe ao portal UOL. Ela diz aguardar o desenrolar da investigação da Polícia Civil: “Eu só quero justiça pela morte do meu filho”.

Na semana passada, Saimon Gabriel deu entrada no hospital com um braço quebrado. O médico Samir Mamede realizou o procedimento para imobilizar o membro do garoto, porém três doses de anestesia não foram suficientes para concluir o tratamento.

Segundo a família do menino, o profissional decidiu aplicar uma anestesia geral. Logo em seguida, a criança começou a apresentar uma reação que culminou na sua morte. Fontes ligadas ao médico e ao hospital disseram que Samir Mamede classificou a reação à anestesia como uma fatalidade.

Informação Yahoo Notícias

Prefeitos do Maciço de Baturité, no Ceará, assinam protocolo de intenção de compra de 300 mil doses da vacina Sputinik

Um grupo de prefeitos de municípios da região do Maciço de Baturité, no Ceará assinou um protocolo de intenção de compra de 300 mil doses da vacina Sputinik durante uma reunião realizada na sexta-feira (26).

O Ceará passa por um momento crítico da Covid-19, no qual há aumento de infecções, internações em leitos de enfermaria e UTI, bem como crescimento no número de mortes que levaram o estado a recomendar medidas mais restritivas de combate à doença em municípios como Sobral, Iguatu, Quixadá, Pacajus e Caucaia.

De acordo com o presidente da Associação dos Municípios do Maciço de Baturité (AMAB), Davi Benevides, as negociações para a aquisição do imunizante começaram em dezembro do ano passado. Ele afirmou que os municípios não vão medir esforços para a compra das doses.

"Na reunião, todos os prefeitos presentes da região manifestaram a gravidade da falta de recursos hoje, porém se tivermos a sinalização positiva da chegada das vacinas, buscaremos em todos os entes federativos recursos para efetuar o pagamento", disse.

Benevides destacou que o grupo vai conversar com a Secretária da Saúde (Sesa) sobre a iniciativa enfatizando que apesar do pioneirismo da região, todos estão unidos como o mesmo objetivo que é o de imunizar a população o mais rápido possível.

"Somos a primeira região do Ceará a se agrupar para adquirir as vacinas, porém outros municípios do estado já tiveram a mesma movimentação que nós. Iremos trabalhar coordenadamente. Principalmente com a secretaria de Saúde do Estado Ceará, já que primeiramente nós como região demos as mãos para lutar pelas vidas do nosso povo, mas sabemos que o estado do Ceará e toda sua população é uma só", concluiu.

A região do Maciço de Baturité apresenta municípios com alta incidência de casos da doença por 100 mil habitantes a exemplo de:

Aracoiaba (3.955,6)
Baturité (3.068,5)
Capistrano (4.837,1)
Guaramiranga (4.929,7)
Mulungu (3.224,6)
Pacoti (3.352,1)

Os dados são da plataforma IntegraSUS, atualizados na manhã deste domingo (28).

Camilo também tenta Sputinik

Por sua vez, o governador Camilo Santana (PT) anunciou, neste sábado (27) que vai fazer uma viagem à Brasília para tratar da possível aquisição da vacina russa Sputinik V para vacinação no Ceará. A viagem acontece na terça-feira (2). O estado já recebeu lotes com vacinas de Oxford/Astrazeneca e da CoronaVac.

"Irei na terça-feira até o laboratório que representa a vacina russa Sputinik V, em Brasília, tratar da possível aquisição direta do produto, em complemento ao Plano Nacional de Imunização. Irei buscar a vacina para os cearenses aonde tiver que ir. Só descansarei com todos vacinados", disse Camilo.

Média de óbitos por Covid-19

Até 20 de fevereiro, o Ceará contabilizou uma média de 16,3 óbitos diários causados por Covid-19, de acordo com o Boletim Epidemiológico Covid-19 da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), divulgado nesta sexta-feira (26). O dia 16 deste mês registrou o maior número de mortes, com 26 pessoas que perderam a vida pela doença.

Neste ano, os meses de janeiro e fevereiro registraram médias diárias de 15,4 e 17,8 óbitos, respectivamente. Ao todo, neste ano, 833 pessoas no Ceará já perderam a vida por conta do coronavírus. A primeira quinzena de fevereiro apresentou um aumento de 18,8% na média de óbitos calculada a cada sete dias.

Novo decreto

Camilo Santana anunciou o aumento no horário do toque de recolher no Ceará. A partir deste sábado (27), está proibida a circulação de pessoas e veículos nas ruas entre 20h e 5h, de segunda a sexta-feira, e entre 19h e 5h, aos sábados e domingos, com saídas permitidas somente em caso de necessidade extrema. A medida vale até o dia 7 de março.

Veja outras medidas no novo decreto:

Comércio de rua funciona de segunda a sexta-feira até as 17h. As outras atividades econômicas e as religiosas, até 19h.

Serviços essenciais podem funcionar após esse horário. No sábado e domingo, restaurantes funcionam até as 15h, e outras atividades econômicas e religiosas até as 17h;

Espaços públicos continuam com circulação restrita todos os dias a partir das 17h;

Igrejas devem realizar suas atividades com até 30% de sua capacidade, e estimular as celebrações de forma virtual;

Academias de ginástica devem funcionar com 30% de sua capacidade, devendo fazer o agendamento de horários para o devido cumprimento de todos os protocolos sanitários;

Continua remoto o trabalho para servidores públicos, com exceção das atividades essenciais. Recomendação para a mesma medida junto ao setor privado;

Seguem as barreiras sanitárias em Fortaleza, com recomendação para o controle por parte dos municípios no Interior;

Camilo afirmou, ainda, que segue dialogando com o setor da educação para avaliar a forma mais segura do retorno presencial das atividades, continuando até lá de forma remota. O governador também conversa com o setor de bares e restaurantes para discutir medidas de apoio. Novas medidas devem ser anunciadas no começo da próxima semana. "Todas as medidas têm um único objetivo: proteger os cearenses e salvar vidas", disse o governador.

Informação G1

Galo de briga mata dono com faca que estava presa no pé


Um homem morreu após ser atingido na virilha por um golpe de faca dado por um galo de briga no sul da Índia. A vítima era dona do animal e estava o preparando para uma briga ilegal de galos no momento em que foi golpeado.

O galo de briga estava com uma faca amarrada no pé. O homem morreu ainda a caminho do hospital após perder uma grande quantidade de sangue. Cerca de 15 pessoas estariam envolvidas no evento ilegal, disse a Polícia. As informações são da BBC.

A ave estaria sendo preparada para a briga quando tentou escapar e o dono a agarrou. O caso ocorreu no vilarejo de Lothunur, no estado de Telengana.

O galo ficou mantido na delegacia, mas já foi transferido para uma fazenda. Quando o caso prosseguir na Justiça, o animal será levado ao tribunal como evidência, segundo o jornal The New Indian Express.

Informação Diário do Nordeste

Covid-19: Brasil tem seu pior momento na pandemia enquanto doença recua no resto mundo


É, sem dúvida, a notícia mais esperada de todas: após um ano em que o Sars-CoV-2 manteve o mundo em suspense, o número de casos caiu globalmente pela sexta semana consecutiva e o número de mortes está em queda pela terceira semana.

De 836.463 casos de covid-19 em 10 de janeiro para 314.816 em 22 de fevereiro. E de 16.667 mortes em 28 de janeiro para 7.658 em 22 de fevereiro, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Quatro das seis regiões do mundo, conforme o planeta é dividido no monitoramento da OMS, tiveram uma redução no número de casos — Américas, Europa, África e Pacífico Ocidental (que inclui, entre outros países, China, Austrália, Nova Zelândia e Japão).

Apenas duas — Sudeste Asiático e Mediterrâneo Oriental (que inclui entre outros Afeganistão, Egito, Líbano, Emirados Árabes e Irã — registraram um aumento, de 2% e 7% respectivamente).

As Américas, por sua vez, continuam sendo a região com a maior queda no número absoluto de casos.

Isso apesar do Brasil, o segundo país mais populoso da região, enfrentar seu pior momento na pandemia.

O país registrou na sexta-feira (26/2) uma média móvel de 1.153 óbitos, a maior de toda a pandemia, de acordo com o boletim do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass).

Foi o terceiro recorde consecutivo deste índice no Brasil, que registrou um total 252,8 mil mortes até agora.

A média móvel de novos casos também está aumentando desde o meio de fevereiro e ficou em 53.422 na sexta-feira. O país registrou 10,45 milhões de infecções desde o início da pandemia.

Enquanto isso, alguns Estados e cidades brasileiros veem seus sistemas de saúde entrar em colapso e adotam medidas mais rígidas de isolamento, como lockdowns e toques de recolher, para tentar reverter a alta de casos e internações.

Em contraste com isso, está ocorrendo no mundo uma tangível redução de casos e óbitos nos últimos dois meses, destacou a OMS.

"Isso mostra que medidas simples de saúde pública funcionam, mesmo na presença de novas variantes do coronavírus", disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da organização, em entrevista coletiva recentemente.

"O que importa agora é como respondemos a essa tendência. O incêndio não foi apagado, mas reduzimos seu tamanho. Se pararmos de combatê-lo em qualquer frente, ele rugirá novamente."

Mas o que exatamente está por trás desse declínio? A implementação de programas de vacinação? O uso de máscaras? Algo inerente ao próprio vírus?

Simples mas efetivo

A maioria dos especialistas em saúde concorda que essa queda se deve em grande parte ao sucesso das restrições impostas por governos para conter a pandemia a partir do final de 2020 e início de 2021 e não às campanhas de vacinação, visto que a tendência pode também pode ser observada em países onde esses esforços não avançaram significativamente.

Para Adam Kamradt-Scott, professor da Universidade de Sydney, na Austrália, que escreveu um artigo sobre o assunto para o portal The Conversation, essa notícia encorajadora mostra o poder das políticas de saúde pública, mas ele reforça devemos permanecer vigilantes.

"Baixar a guarda agora, quando novas variantes estão surgindo, pode facilmente reverter a tendência."

Elvis García, médico especializado em Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, diz: "Os países que lideraram este aumento foram, em princípio, aqueles com muitos habitantes e infectados, como o Reino Unido e os Estados Unidos".

"Como nesses países os números começaram a diminuir, porque nos últimos dois meses eles começaram a fazer as coisas certas, isso está contribuindo para a tendência mundial", acrescenta.

Por outro lado, "há lugares como, por exemplo, a África, onde não sabemos realmente o que está acontecendo. Mesmo que houvesse um pico lá, não saberíamos porque eles não registram os dados ", diz ele.

Julian Tang, virologista da Universidade de Leicester, no Reino Unido, concorda que o principal motivo da queda é a imposição de medidas sanitárias, do distanciamento social e uso de máscaras a restrições de circulação, toques de recolher e lockdowns.

"Houve um pico em vários países por volta de janeiro e, agora, um pouco depois, uma queda devido a todas as medidas que foram implementadas", explica Tang.

"O fechamento de restaurantes, bares e escolas reduz a transmissão. Não acho que seja nada além disso. Não acho que as vacinas tiveram um impacto global ainda, exceto em alguns lugares como Israel e o Reino Unido."

Questão de aprendizagem

Embora nem todos cumpram estritamente as recomendações das autoridades sanitárias, García considera que, em doze meses de pandemia, "as pessoas aprenderam muito: a lavar as mãos, a usar máscaras em lugares fechados".

"Embora as pessoas estejam um pouco cansadas, estão cumprindo as medidas, e grande parte da população agora entende como o vírus se espalha (não só a comunidade científica) e o que pode ou não ser feito", afirma o especialista.

Se a ponta de lança são as medidas, vale a pena perguntar como se explica a queda nos países latino-americanos, por exemplo, onde as restrições foram flexibilizadas.

"Agora é o verão. O clima é muito importante, porque o momento de mais contágio é quando estamos dentro de casa. Ao ar livre, há muito menos chance de se infectar", diz García.

Quando os casos aumentarem nesta parte do mundo, isso será compensado pela chegada do verão no hemisfério norte, afirma ele.

"Acho que não voltaremos aos níveis anteriores. Os números podem subir um pouco, mas a tendência será de queda."

Não baixe a guarda

Embora com a ampliação dos programas de vacinação afete o número de óbitos, já que as vacinas impedem o desenvolvimento de formas mais graves da doença, isso não necessariamente reduzirá o número de casos, uma vez que ainda não foi investigado se as vacinas servem para limitar o contágio.

Por todas essas razões, os especialistas concordam que é preciso ter extrema cautela ao aproveitar essa tendência de queda para flexibilizar as medidas.

"Relaxar agora não é uma boa ideia: pense nos dois lockdowns anteriores", diz Tang, referindo-se ao Reino Unido. "Nós relaxamos e voltamos ao lockdown."

"O vírus ainda está por aí. Há muitos vírus em circulação. Não estamos falando de algumas centenas de casos por dia como em julho do ano passado. Estamos vendo de 5 mil a 10 mil por dia no Reino Unido", lembra Tang.

"Se você flexibilizar tudo, terá outro aumento acentuado. Pode não haver tantas mortes e hospitalizações, porque as pessoas mais velhas e mais vulneráveis ​​agora estão mais protegidas, mas você verá um aumento entre os jovens e nos casos de covid de longa duração."

Essa mentalidade, conclui Tang, "é o que nos causou tantos problemas nos últimos doze meses".

Informação BBC News Brasil

Bebê de apenas 10 meses morre vítima da covid-19 no Agreste de Pernambuco


Um bebê de apenas 10 meses morreu vítima da covid-19 em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, o óbito foi confirmado no último domingo (21).

A criança tinha comorbidade respiratória. A identidade e o sexo da vítima não foram revelados. No total, na quarta-feira (24), a Prefeitura confirmou 45 novos casos de covid-19 em Garanhuns.

Informação Rádio Jornal Pernambuco 

Março pode ser pior momento da pandemia e da história do Brasil


O médico e neurocientista Miguel Nicolelis afirmou que o mês de março pode ser não apenas o pior momento da pandemia no país, mas também o pior momento da história do Brasil devido ao alto número de mortes que poderá ser registrado por causa da covid-19.

"Março pode ser pior momento desde início da pandemia e, eu ouso dizer, da história do Brasil, porque nunca tivemos um evento capaz de matar tantos brasileiros em tão pouco tempo como o que nós estamos passando", declarou Nicolelis, em entrevista na tarde de hoje à rede CNN Brasil.

A declaração do médico, que até este mês comandava a comissão científica do Consórcio Nordeste, vem um dia após o Brasil registrar a pior média móvel de mortes por covid-19 em toda a pandemia. Segundo dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa ontem, 1.180 brasileiros morreram, em média, nos últimos sete dias.

Os dados reforçam que o país está em seu momento mais letal da pandemia, com média móvel acima de mil mortos desde 21 de janeiro, há 38 dias. Ao menos 12 estados e o distrito Federal endureceram regras e limitaram o funcionamento do comércio e a circulação de pessoas para tentar evitar um colapso no sistema de saúde.

Nicolelis apontou alguns fatores para que contribuíram para o país chegar a esse cenário alarmante, entre eles a falta de colaboração das pessoas, que insistem em fazer aglomerações, e de uma campanha nacional e unificada que alerte sobre a gravidade da pandemia.

"Esse é um problema que vem desde o começo da pandemia, notoriamente por causa de falta de uma mensagem clara, transparente, objetiva e verdadeira da gravidade do que essa pandemia", afirmou.

Defensor de um lockdown nacional para reduzir o número de casos e óbitos, o neurocientista disse que medidas de restrição mais brandas como as adotadas pela maioria dos estados e municípios são insuficientes, neste momento, para evitar um colapso do sistema de saúde.

Como exemplo, Nicolelis apontou o estado de São Paulo, que tem visto grandes cidades do interior à beira do colapso em meio ao crescimento nas taxas de ocupação de leitos. Segundo ele, quando essas cidades esgotarem sua capacidade de receber novos pacientes, as pessoas acabarão indo para a capital, que também poderá colapsar.

"Não basta só mencionar ou saber pronunciar a palavra lockdown, é preciso saber escrever lá no decreto de lockdown, sem jeitinho brasileiro, sem novos nomes sem tergiversação", declarou.

Informação Uol Notícias

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Igrejas terão horário de funcionamento e capacidade reduzidos em novo decreto no Ceará


O governador Camilo Santana informou, na tarde desta sexta-feira (26), que as igrejas terão horário de funcionamento e capacidade de fiéis assistindo aos eventos de forma presencial reduzidos. Agora, de segunda a sexta, os eventos religiosos poderão acontecer até 19h. Já aos fins de semana, até 17h.

Os locais deverão operar com até 30% da capacidade, para estimular as celebrações de forma virtual, explicou o chefe do Executivo estadual. As medidas passarão a valer a partir deste sábado (27).

Também nesta sexta-feira (26), o governador anunciou a ampliação do "toque de recolher" e reduziu novamente o funcionamento das atividades econômicas consideradas não essenciais.

A circulação de pessoas, que antes era proibida a partir das 22 horas, passa a ser às 20h. Já as empresas deverão fechar às 19h. As restrições valem a partir deste sábado (27) até o próximo dia 7 de março.

Veja quais as novas medidas anunciadas:

- Toque de recolher entre 20h e 5h, de segunda a sexta-feira, e entre 19h e 5h aos sábados e domingos, com saídas permitidas somente em situação de comprovada necessidade;

- Comércio de rua funciona de segunda a sexta-feira até as 17h. As outras atividades econômicas e as religiosas, até 19h. Serviços essenciais podem funcionar após esse horário. No sábado e domingo, restaurantes funcionam até as 15h, e outras atividades econômicas e religiosas até as 17h;

- Espaços públicos continuam com circulação restrita todos os dias a partir das 17h;

- Igrejas devem realizar suas atividades com até 30% de sua capacidade, e estimular as celebrações de forma virtual;

- Academias de ginástica devem funcionar com 30% de sua capacidade, devendo fazer o agendamento de horários para o devido cumprimento de todos os protocolos sanitários;

- Continua remoto o trabalho para servidores públicos, com exceção das atividades essenciais. Recomendação para a mesma medida junto ao setor privado;

- Seguem as barreiras sanitárias em Fortaleza, com recomendação para o controle por parte dos municípios no Interior.

Informação Diário do Nordeste

Sem orçamento, Operação Carro-Pipa começa a ser suspensa no país

Por falta de orçamento, o Programa Emergencial de Distribuição de Água, conhecido como Operação Carro-Pipa, começou a ser paralisado em algumas partes do país. Agora, alguns parlamentares, principalmente da região Nordeste, tentam sensibilizar o Ministério da Economia para liberar recursos.

De acordo com informações do Comando Militar do Nordeste, "4.100 pipeiros participam da distribuição de água nos 40.098 pontos de abastecimento e, atualmente, cerca de 35% dos pipeiros estão com a distribuição interrompida temporariamente".

A Operação é comandada pelo Ministério da Defesa em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), mas a liberação de recursos fica a cargo do Ministério da Economia.

O MDR confirmou o problema com a operação e informou que, em todo o país, 260 municípios estão com o atendimento suspenso. "A partir de 1º de março, a Operação poderá ter suas atividades paralisadas em 100% dos municípios", diz a pasta.

A Operação Carro-Pipa federal é executada em toda a região rural do Semiárido, abrangendo os estados do Nordeste e parte de Minas Gerais e Espírito Santo.

Em 2020, a média mensal de atendimento foi de cerca de 2 milhões de pessoas em 600 municípios. Uma média de 4,2 mil carros-pipa foram contratados por mês. No total, foram investidos R$ 603 milhões para o serviço.

Não é emergência?

No início da semana, a pasta comandada pelo ministro Paulo Guedes (Economia) liberou por meio de crédito extraordinário o valor de R$ 450 milhões para o MDR. O recurso, no entanto, foi enviado para apenas ações de resposta emergencial e não para a Operação carro-pipa, conforme havia sido solicitado pela pasta comandada por Rogério Marinho (MDR).

À coluna, o deputado Domingos Neto (PSD-CE) afirmou que faltou sensibilidade da equipe de Paulo Guedes. "Enquanto o orçamento não for votado, estávamos pedindo a eles recursos. Eles liberaram um valor, mas não consideraram que a Operação Carro-pipa é emergencial", afirmou.

Segundo o deputado, milhares de famílias, principalmente as que vivem nas zonas rurais, dependem do abastecimento dos carros-pipas, pois não têm água encanada. "É altamente emergencial", afirma.

O argumento utilizado pelo ministério da Economia, segundo o deputado, é de que por uma questão burocrática a operação não cabe no quesito emergencial e o governo poderia ser questionado judicialmente, já que o crédito extraordinário só pode ser destinado para coisas imprevisíveis.

"Eles falaram em fazer uma consulta ao TCU (Tribunal de Contas da União), mas precisamos de respostas rápidas porque a paralisação daqui a pouco vai atingir todo o Nordeste", afirma o deputado.

A Operação Carro-Pipa foi implementada há mais de 20 anos com o objetivo promover o abastecimento de água potável para o consumo humano na região do Nordeste e no Norte de Minas Gerais. Justamente por isso a equipe de Guedes disse que não poderia considerar uma ação emergencial, já que é recorrente.

Questionado pela coluna se haveria uma previsão de liberar mais recursos, o Ministério da Economia encaminhou a demanda ao MDR.

Segundo o MDR, nos meses de janeiro e fevereiro, a Pasta, por meio da Defesa Civil Nacional, conseguiu realizar o repasse emergencial de R$ 89,7 milhões, que foram descentralizados ao Exército Brasileiro - responsável pela execução do serviço.

"O MDR e o Ministério da Economia buscam alternativas no âmbito do Governo Federal para possibilitar a execução da Operação em sua integralidade e evitar prejuízos à população", afirmou a pasta em nota.

O Ministério do Desenvolvimento Regional confirmou que não está sendo possível realizar os repasses integrais e regulares para pelo fato de o Orçamento ainda não ter sido aprovado pelo Congresso Nacional.

"O crédito extraordinário de R$ 450 milhões disponibilizado para o MDR "apoiar estados e municípios contempla as ações de resposta a desastres no âmbito da Defesa Civil, não prevendo recursos para a operação carro-pipa", disse a pasta.
Waldery na fritura

A reclamação de parlamentares do Nordeste já chegou ao governo e ampliou ainda mais o processo de fritura vivido pelo secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues. O presidente Jair Bolsonaro tem reclamado do ritmo da equipe de Guedes e, segundo auxiliares, voltou a considerar tirar Waldery do governo.

Em setembro do ano passado, Bolsonaro chegou a dar "cartão-vermelho" quando o secretário anunciou propostas que previam restrições em benefícios sociais. Na ocasião, o presidente ficou extremamente irritado com o auxiliar de Guedes. O ministro, porém, conseguiu reverter e abafar o desconforto do presidente.

Agora, segundo auxiliares do presidente, a irritação de Bolsonaro segue em alta.

Informação Uol Notícias

Marília Mendonça diz ter vendido carro por crise financeira na pandemia


A crise econômica por causa do novo coronavírus parece ter chegado à cantora Marília Mendonça, de 25 anos. De acordo com ela, foi preciso vender um carro para conter as despesas de uma época em que ninguém conseguiu trabalhar como queria. "Efeito da pandemia, né? É a vida", disse.

O ano de 2020 foi a época em que Mendonça menos trabalhou. As revelações foram feitas por ela durante um bate-papo com seguidores no Instagram. "E pelo visto não será em 2021", emendou.

Um dos seguidores sugeriu que ela comprasse um helicóptero em tempos de dificuldade e ela respondeu de forma bem-humorada. "Eu vendendo os trens e vocês mandando eu comprar helicóptero. Não é possível. Devem achar que eu sou o Silvio Santos, mesmo", comentou enquanto tentava se livrar do congestionamento.

Verdade nas redes

Marília Mendonça sempre fez o estilo sincera nas redes sociais. Em dezembro de 2020, ela revelou por meio das redes sociais que muita gente parou de segui-la e até de gostar dela depois que anunciou a gravidez do filho, Léo, fruto de seu relacionamento com Murilo Huff, 25.

"Quando veio a notícia da gravidez, muitos fãs abandonaram o barco. Nada me deixou mais chateada nessa vida. Se você ama o meu filho, você me ama. Obrigada por tanto carinho com meu pequeno!", escreveu ela.

Já em janeiro de 2021, a cantora rebateu uma seguidora que disse que ela tinha a obrigação de ser magra por causa de seu dinheiro e sua pouca idade. O fato ocorreu após a publicação de um vídeo no qual Mendonça mostrava a boa forma de biquíni. "Aquela fase das férias que você só quer voltar para casa", escreveu ela na legenda.

Foi então que a seguidora resolveu dar sua opinião. "Realmente, Marília Mendonça, você tem que estar com esse corpo, né, o dinheiro que você tem e com a idade que você tem realmente é o mínimo", disparou.

A artista não deixou por menos. "Eu não 'tenho' que estar com nada, minha senhora. Nem eu nem ninguém", emendou.

No comentário, foram praticamente unânimes os apoios à Marília. Havia mais de 900 postagens após a resposta da cantora.

Informação Diário do Nordeste

Polícia Civil incinera mais de uma tonelada de drogas apreendidas no Ceará


A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia de Narcóticos (Denarc), realizou, na manhã desta sexta-feira (26), a incineração de cerca de uma tonelada de drogas apreendidas em ações policiais de 2013 até este ano. A queima dos entorpecentes acontece em uma cerâmica, situada no município de Aquiraz – Área Integrada de Segurança 13 (AIS 13) – Região Metropolitana de Fortaleza.

No total, serão incinerados 758,3 quilos de maconha, 16,3 quilos de crack, 126,5 quilos de cocaína e 28 quilos de pó branco, além de 838 comprimidos de ecstasy, 3.274 selos de dietilamida do ácido lisérgico (LSD), 147 comprimidos psicotrópicos, além de diversos esteroides anabolizantes, oito mudas de maconha, 90 gramas de metilenodioximetanfetamina (MDMA) e 41 frascos de lança-perfume. As drogas foram apreendidas em atuações da Polícia Civil, ocorridas entre os anos de 2013 e 2021, em operações desencadeadas nas cidades de Aquiraz, Barreira, Camocim, Caucaia, Chorozinho, Eusébio, Fortaleza, Iracema, Itaitinga, Maracanaú, Maranguape, Pacajus, Pacatuba, Paraipaba, Redenção, Tauá, Tianguá e Ubajara.

Compareceram na carbonização do material, o delegado Márcio Gutierrez do Departamento de Polícia Judiciária Especializada ; o diretor da Denarc, Alisson Gomes; representantes do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), da Vigilância Sanitária e peritos da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), além de policiais civis da unidade especializada no combate às drogas do Ceará.

Para Alisson Gomes, a incineração das drogas representa a conclusão do trabalho policial para impedir o tráfico de entorpecentes no Ceará. “Com a incineração, reforçamos que não adianta os criminosos insistirem neste tipo de crime, uma vez que a droga será, com certeza, apreendida pela Polícia. Esse material que eles tanto valorizam se tornará cinzas” pontuou Alisson Gomes.

6,7 toneladas incineradas em 2020

Em 2020, 6,7 toneladas de drogas foram destruídas pela Polícia Civil do Ceará. Em outubro do ano passado foi realizada a maior incineração do Ceará, totalizando cerca de 5, 5 toneladas de entorpecentes queimados. Já a outra incineração de drogas ocorreu em julho de 2020, quando na ocasião 1,2 tonelada de entorpecentes foram queimados.

Informação SSPDS

Esposa de deputado bolsonarista preso recebeu auxílio emergencial mesmo com cargo em Ministério


A esposa do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), Paola da Silva Daniel, recebeu parcelas do auxílio emergencial, criado para assistir os desempregados durante a grave crise social acentuada pela pandemia do novo coronavírus, enquanto ocupava um cargo no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que é vinculado ao Ministério do Meio Ambientes. As informações são do jornalista Ancelmo Gois, do Globo.

Paola ocupava o cargo de coordenadora de gestão de pessoas no órgão desde 16 de outubro. O salário do posto é de R$ 5,6 mil por mês.

Mesmo com um salário maior do que a média dos brasileiros, a esposa do parlamentar preso recebeu, de acordo com dados do sistema de pagamento da Caixa, quatro parcelas do benefício emergencial, somando um montante de R$ 1.800.

O recebimento das parcelas fere as regras que dão direito ao auxílio, já que o beneficiário não deve possuir emprego formal ativo. O regramento diz ainda que agentes públicos, ocupantes de cargos de confiança, cargos comissionados e titulares de mandato efetivo estão fora do escopo da ajuda emergencial.

Ainda conforme as regras estipuladas pelo Ministério da Cidadania, pasta que gere o benefício, o trabalhador que conseguir um emprego deve cancelar o auxílio no sistema.

Nas redes sociais, Paola se descreve como advogada formada pela Universidade Estácio de Sá, com pós-graduação em Ciências Criminais.

De acordo com a apuração de Ancelmo Gois, a Caixa identificou três pedidos de pagamento do benefício para a esposa do deputado apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido): O primeiro deles, no dia 12 de abril, foi negado por falta de informações. O segundo, protocolado no dia 27 do mesmo mês, teve a mesma resposta. Somente na terceira tentativa, feita em 6 de junho, é que o recurso foi liberado.

Questionada pelo veículo, Paolo disse que preencheu todos os requisitos legais para receber o auxílio e que está tentando devolver parte das verbas. Segundo o Globo, dados da Caixa mostram dois pagamentos para a advogada em dezembro. Ela, no entanto, demonstrou desconhecer o pagamento.

"Minha última parcela do auxílio foi em novembro. Moro em Petrópolis e precisava do dinheiro para custear minha despesa até meu local de trabalho. Após meu primeiro vencimento, procurei uma maneira de devolver essa última parcela, pesquisei e observei que era bem burocrático e que continha muitas dificuldades, dificuldades estas que ainda estou tentando solucionar. No mais, fiz tudo dentro da legalidade", alegou ao jornal.

Daniel Silveira, marido de Paola, está preso desde a semana passada, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi preso em flagrante depois de ter publicado um vídeo insultando, de forma violenta, ministros da Corte.

Informação Yahoo Notícias

Famílias venezuelanas se abrigam em Iguatu, no interior do Ceará, e são monitoradas para Covid-19


Imigrantes oriundos da Venezuela chegaram a Iguatu, no interior do Ceará, durante esta semana. Ao todo, 33 pessoas que pertencem ao mesmo grupo familiar têm chegado e se abrigado no município, em uma casa que eles alugaram. De acordo com a Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e Cidadania do município, os venezuelanos vieram em ônibus interestaduais da Paraíba e Pernambuco. Eles também tiveram passagens por Manaus e foram testados na chegada a Iguatu para a Covid-19.

“Desde antes de ontem que toda a equipe do [Centro de Referência Especializado de Assistência Social] Creas, que é quem faz a abordagem social, já foi fazer a busca desses venezuelanos que migraram para Iguatu. E, através desse trabalho, a gente conseguiu mapear”, revelou Patrícia Diniz, secretária de assistência social do município.

Ela revelou que são cerca de quatro famílias, e que representantes do governo municipal se reuniram com os líderes do grupo na manhã desta quinta. De acordo com Patrícia, os venezuelanos não estão em situação de rua, pois alugaram uma casa onde estão abrigados.

“Nós vamos dar atendimento de forma humanitária a esse grupo populacional da forma que eles necessitam. Pela Lei e o apoio consular, a nível federal, eles podem escolher a cidade que eles querem se abrigar. E a partir daí a gente entra com toda a documentação legal, mas nós ainda não temos nenhum indicativo que essa população vai ficar em Iguatu”, complementa a secretária.

A Secretaria de Saúde do município trabalha em conjunto com o órgão assistencial para seguir o protocolo correto com a chegada dos imigrantes. "Nós viemos para uma vigilância sanitária e epidemiológica para ver a situação de saúde deles. Fazer notificações, já que sabemos que eles vêm da Região Norte [do Brasil], e tem a nova cepa. Então imediatamente fomos fazer os testes, não só para a Covid, mas o estado de saúde de forma geral dessas pessoas, para que a gente pudesse tomar uma medida que ajuda a questão da saúde", revela Sayonara Cidade, secretária de Saúde de Iguatu.

“O que eles precisam também é de cuidado. Não foi diferente aqui em Iguatu. Nós soubemos da chegada dos venezuelanos, de famílias inteiras, e imediatamente nós no aliamos no trabalho intersetorial que sempre fazemos. Nós temos uma população que precisa ser protegida. Então, como nós sabemos que tem a circulação da cepa nova, a gente tem de ter cuidado”, complementa a secretária de saúde.

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) informa que esteve em reunião com representantes da Prefeitura de Iguatu para tratar sobre o caso. A ocasião, foi orientado ao município que cumpram o protocolo padrão para estes casos, que inclui a testagem dos venezuelanos, quarentena, monitoramento dos sintomas, uso de máscara e higienização.

Informação G1

17 capitais brasileiras têm taxa de ocupação de UTI acima de 80%, aponta Fiocruz


Um novo boletim do Observatório Covid-19, da Fiocruz, aponta 17 capitais brasileiras com ocupação de leitos de UTI de pelo menos 80%. A informação foi antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo. De acordo com o levantamento, 12 Estados e o Distrito Federal se encontram em "zona de alerta crítica".

As situações mais graves foram registradas em Porto Velho, com 100% dos leitos de UTI para tratamento da covid-19 ocupados, Florianópolis (96,2%), Manaus (94,6%), Fortaleza (94,4%), Goiânia (94,4%) e Teresina (93,0%). Curitiba (90%), Natal (89,0%), Rio Branco (88,7%), São Luís (88,1%), Campo Grande (85,5%), Rio de Janeiro (85%), Porto Alegre (84%), Salvador (82,5%), Boa Vista (82,2%), Palmas (80,2%) e Recife (80%) completam a lista.

A análise se refere às semanas epidemiológicas 5, 6 e 7 de 2021, que abrangem o período de 31 de janeiro a 20 de fevereiro. Nos últimos, porém, a situação da pandemia tem se agravado na região sul do País.

"O Brasil apresentou uma média de 46 mil casos, valor mais elevado que o verificado em meados do ano passado, e média de 1.020 óbitos por dia ao longo das primeiras semanas de fevereiro. Nenhum estado apresentou tendência de queda no número de casos e óbitos", destaca o documento elaborado pelo Observatório, que acrescenta ainda que as incidências de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) no País permanecem em nível muito alto em todos os Estados.

Informação Notícias ao Minuto

Novo decreto amplia toque de recolher e reduz funcionamento de atividades no Ceará


O governador Camilo Santana (PT) anunciou, nesta sexta-feira (26), a ampliação do toque de recolher e reduziu novamente o funcionamento das atividades econômicas consideradas não essenciais. A circulação de pessoas, que antes era proibida a partir das 22 horas, passa a ser às 20h. Já as empresas deverão fechar às 19h. As restrições valem a partir deste sábado (27) até o próximo dia 7 de março.

Informação Diário do Nordeste

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Camilo alega temor de aglomeração para não acompanhar visita de Bolsonaro ao Ceará

O governador Camilo Santana anunciou, por meio de nota nas redes sociais, que não irá acompanhar, nesta sexta-feira (26), a visita do presidente Jair Bolsonaro ao Ceará por temor de aglomerações.

Bolsonaro assinará ordens de serviços para retomada de obras nas BRs 116 e 222. Camilo diz que tem respeito pela autoridade do presidente da República, mas afirma que não pode compactuar com o que considera um grande equívoco.

“Não estarei presente a qualquer desses eventos, diante da real possibilidade de muitas aglomerações”, afirma Camilo.



Auxílio emergencial será em quatro parcelas de R$ 250 a partir de março de 2021, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quinta-feira (25) que o governo deve fechar em R$ 250 o valor do auxílio emergencial que será pago a partir de março por um período máximo de quatro meses.

"Estive hoje com o Paulo Guedes [Economia]. A princípio, o que deve ser feito? A partir de março, por quatro meses, R$ 250 de auxílio emergencial", afirmou em sua live semanal.

"Então, é isso que está sendo disponibilizado. Está sendo conversado ainda, em especial com os presidentes da Câmara [Arthur Lira (PP-AL)] e do Senado [Rodrigo Pacheco (DEM-MG)] porque temos que ter certeza de que o que nós acertarmos, vai ser em conjunto, não vai ser só eu e a equipe econômica, vai ser junto com o Legislativo também, na ponta da linha, aquilo seja honrado por todos nós", complementou.

Inicialmente, Guedes defendia que o valor fosse de R$ 200, mas parlamentares queriam mais. No ano passado, foram pagas cinco parcelas de R$ 600 e outras quatro de R$ 300. "Então, mais quatro meses para ver se a economia pega de vez, pega para valer", prosseguiu Bolsonaro.

Ele disse que, ao final deste período, espera ter uma proposta para o novo Bolsa Família a ser pago a partir de julho, segundo o presidente. "Esta é nossa intenção e trabalhamos neste propósito", declarou.

Informação Diário do Nordeste

Ocupação de leitos de UTI Covid para adulto chega a 95% e volta à marca do pico da pandemia no Ceará


Após 15 dias no patamar de 90%, a ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) adultas exclusivas para Covid-19 chegou a 95,5% no Ceará. O dado consta na plataforma IntegraSUS, atualizada na tarde desta quinta-feira (25) pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

Isso significa que, dos 860 leitos ativos nas redes pública e privada, 797 estão ocupados. Restam somente 63 unidades disponíveis para atender a população. Essa foi a maior marca desde maio do ano passado, pico das internações, quando atingiu 95,8%.

A alta pressiona os setores público e privado, exigindo a abertura de leitos para o tratamento do novo coronavírus. Diante do agravamento da crise, o Governo do Estado anunciou novas ocupações e também requereu ao sistema particular para suprir a demanda crescente. Dentre outras medidas, decretou o isolamento social mais rígido para evitar o avanço da doença.

Nas UTIs neonatal e infantis, 65.22% e 57.5% estão ocupadas, respectivamente. Já as para gestantes estão em 25%. Atualmente, 291 pacientes com Covid-19 são atendidos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Em relação ao estado de saúde, 103 estão em máscara de reservatório e 35 em ventilação mecânica.

A taxa de ocupação em UTIs está em 92,67% e as de enfermarias em 71,73%. Nesta quinta-feira (25), a Sesa recomendou a 170 municípios cearenses a adoção de medidas mais rígidas de contenção à Covid-19. Desde o início da pandemia, já foram confirmados 418.070 casos de contaminados pelo novo coronavírus e 11.143 óbitos. Nas últimas 24 horas, três pessoas morreram em decorrência da doença.

O número de internações estava em declínio desde julho do ano passado. Após eleições e festas de fim de ano, contudo, voltou a crescer a partir de janeiro de 2021. No Carnaval, houve a ampliação das restrições para evitar a disseminação do vírus no período.

Os dados consideram 84 hospitais no Estado. Destes, 18 já chegaram ao limite de ocupação das UTIs. São eles:

Casa de Saúde e Maternidade São Raimundo (Fortaleza)

Geral de Fortaleza (HGF)

Dr. Waldemar Alcântara (Fortaleza)

Hospital Antônio Prudente (Fortaleza)

Maternidade São Vicente de Paulo (Itapipoca)

Monte Klinikum (Fortaleza)

Municipal Dr. João Elísio de Holanda (Maracanaú)

Hospital São Carlos (Fortaleza)

Hospital São Raimundo (Crato)

São Vicente (Fortaleza)

Uniclinic (Fortaleza)

Universitário Walter Cantídio (Fortaleza)

Hospital Regional do Norte (HRN, Sobral)

Hospital Regional do Sertão Central (HRSC, Quixeramobim)

São José de Doenças Infecciosas (Fortaleza)

Instituto Madre Tereza de Apoio a Vida (IMTAVI, Brejo Santo)

Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza

Santa Casa da Misericórdia de Sobral

Informação Diário do Nordeste

Ex-Olodum, cantor gospel Irmão Lázaro é internado em UTI com Covid-19


O cantor gospel e vereador Irmão Lázaro (PL) foi internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na manhã desta quinta-feira (25), em um hospital de Feira de Santana, na Bahia. De acordo com a assessoria de imprensa do ex-integrante do grupo Olodum, ele guardava transferência para uma unidade de saúde de Salvador, que não foi possível devido ao agravamento da situação. As informações são do G1.

A família do músico conseguiu uma vaga de leito de UTI em um hospital da capital baiana, porém os médicos da unidade de saúde onde ele está internado, em Feira de Santana, consideraram que a transferência poderia ser perigosa.

"A família chegou a conseguir uma vaga no [Hospital] Aliança, em Salvador, mas devido ao agravamento da situação os médicos aqui em Feira acharam melhor ele ficar, por causa desse translado, podia ser perigoso. Ele está intubado aqui em Feira de Santana", explicou a assessoria de Lázaro. Também segundo a equipe do vereador, uma UTI móvel teria sido encaminhada para o hospital em que Irmão Lázaro está internado.

O cantor gospel começou a apresentar sintomas de Covid-19 há dez dias, mas o resultado positivo para a doença saiu no fim de semana. Na última segunda-feira (22), o músico foi internado em um leito clínico do hospital. Já na manhã desta quinta-feira (25), Irmão Lázaro teve piora no estado de saúde e precisou ser intubado.

Carreira

Em 2020, o vereador foi eleito com 4.273 votos. Irmão Lázaro já atuou como deputado federal entre 2015 e 2018, ano em que concorreu a uma vaga no Senado Federal, mas não ganhou.

Músico aclamado pelo público, Irmão Lázaro integrou o grupo Olodum nos anos 90, mas decidiu seguir carreira como cantor gospel depois de ter se convertido à religião evangélica. Um dos grandes sucessos na voz dele é a música "Eu sou de Jesus", gravada em 2008.

Informação Diário do Nordeste

250 mil mortos por covid no Brasil: o que significa esse número


Segundo as contas do consórcio de imprensa (formado por Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1), o país alcançou nesta quarta-feira (24/02) a marca de 250.036 mil mortos por coronavírus — o segundo país no mundo a chegar nesse patamar, atrás apenas dos EUA, que nesta semana superou a marca de 500 mil mortes.

Há uma segunda contabilização de casos e mortes, feita pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), segundo o qual o número total de mortos pelo vírus no país chegou a 249.957.

É como se a pandemia tivesse aniquilado totalmente a população de uma cidade média brasileira — como Americana (SP), Itaboraí (RJ) ou Novo Hamburgo (RS) — ou até mesmo de um país pequeno, como São Tomé e Príncipe, na África.

O marco acontece na mesma semana do aniversário de um ano do primeiro caso de coronavírus confirmado oficialmente no Brasil. No dia 25 de fevereiro, um homem de 61 anos teve diagnóstico de coronavírus confirmado em um hospital em São Paulo, após ter passado os dias do carnaval na Lombardia, na Itália.

Apenas duas semanas depois, no dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente que havia uma pandemia de coronavírus, que se originou em Wuhan, na China. Naquele dia, havia 118 mil casos confirmados em 114 países do mundo, com 4,2 mil mortes. No entanto, naquela época ainda pouco se sabia sobre o vírus, e havia poucos testes e estatísticas confiáveis.

Nos meses que seguiram, houve muita confusão e pouco entendimento do que poderia acontecer. Estimativas sobre o número de mortos variavam de 1 milhão de mortos (previsão de pior cenário feita pelo Imperial College de Londres) a menos de 3 mil mortos (previsão do político Osmar Terra).

No final de março, o então ministro da Saúde, Henrique Mandetta, previu que até abril haveria um colapso do sistema brasileiro de saúde, que seria incapaz de lidar com as hospitalizações em massa. No mesmo dia, o presidente brasileiro se referiu ao coronavírus como "uma gripezinha".

Nas semanas seguintes, o Brasil viu disputas políticas, medidas desencontradas e superlotação de hospitais. Três ministros da Saúde (Henrique Mandetta, Nelson Teich e o atual, Eduardo Pazuello) passaram pela pasta. Estados e municípios ficaram responsáveis por decidir localmente sobre medidas de restrição de quarentena e fechamentos de estabelecimentos comerciais, escolas e transporte público. O governo federal começou em abril o pagamento de um auxílio emergencial para trabalhadores que perderam sua renda por causa da pandemia.

No dia 8 de agosto de 2020, foi atingida a marca de 100 mil mortos. No dia 7 de janeiro deste ano, o país ultrapassou as 200 mil mortes.

Em janeiro deste ano, começou a vacinação da população, mas, sem doses suficientes, muitas cidades tiveram de interromper suas campanhas.

Números proporcionais

Apesar de ser o segundo país com o maior número absoluto de mortos por covid-19, a situação é diferente quando se analisam apenas mortes em relação ao tamanho da população. O Brasil tem a sexta maior população do mundo.

Na comparação com o tamanho da população, o Brasil fica entre os 30 países com mais mortes por covid-19 para cada 100 mil pessoas de sua população. Em alguns países como Reino Unido, Portugal, Itália e Estados Unidos, houve mais mortes do que no Brasil, na proporção da população.

Também na comparação proporcional, houve mais mortos no Brasil do que na Argentina, Alemanha e Rússia.

Informação BBC News